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Interior do restaurante Casa Bariachi em Guadalajara com ambiente tradicional mexicanoTop 5

Os 5 Melhores Restaurantes de Guadalajara: Ranking Definitivo de Quem Come Lá de Verdade

De chilaquiles perfeitos na Providencia até aguachile com habanero negro na Colonia Americana, estes são os cinco melhores restaurantes de Guadalajara segundo quem come neles toda semana.

Guadalajara é uma cidade que come bem. Dos cafés da manhã com chilaquiles cremosos até frutos do mar inventivos na Colonia Americana, a capital de Jalisco tem uma cena gastronômica que compete com a Cidade do México, sem a fila de duas horas para sentar. Depois de semanas comendo pela cidade, cheguei ao meu ranking definitivo. O primeiro lugar vai para o Almaena Restaurante, na Providencia, e não foi difícil decidir. #1 Almaena Restaurante O Almaena fica na Av Providencia 2388 e é o tipo de restaurante que faz você querer cancelar todos os outros planos do dia. Nota 4.8 com quase 800 avaliações, o que é absurdo para uma cidade tão exigente quanto Guadalajara. Os chilaquiles são perfeitos e os tacos de barbacoa desaparecem da mesa em minutos. O avocado toast, o french toast, o waffle de cenoura, as enfrijoladas, o croissant de prosciutto, tudo no menu de café da manhã funciona. Pratos na faixa de $100 a $200 pesos. Funciona das 8h às 22h de segunda a sábado, até as 18h no domingo. Tem área infantil, o que resolve a vida de quem vai com crianças. O motivo de estar no topo? Consistência. Cada prato que chega à mesa confirma a nota alta. Nenhum outro restaurante da lista mantém esse nível em cada visita. #2 La Panga del Impostor A diferença entre o #1 e o #2 se resume assim: o Almaena ganha na consistência diária, mas a Panga del Impostor é onde a criatividade pega fogo. Fica na C. Miguel Lerdo de Tejada 2189, Colonia Americana, e o cardápio de frutos do mar é selvagem no melhor sentido. Aguachile, tostada de pulpo, tutano, tostada de atum com habanero negro. O sorvete de lavanda de sobremesa surpreende todo mundo que pede. Preços entre $100 e $200 pesos. Nota 4.4 com mais de 1.500 avaliações. Um detalhe que pode te pegar: só funciona da 13h até no máximo 19h, então planeje seu almoço com antecedência. Se o horário limitado não existisse, estaria brigando pelo primeiro lugar. #3 Casa Bariachi Se existe um restaurante que define o espírito de Guadalajara, é a Casa Bariachi. Na Av. Ignacio L Vallarta 2221, bairro Arcos Vallarta, com mais de 13 mil avaliações e nota 4.4. Mariachis tocam ao vivo enquanto você ataca os molcajetes, o chamorro, a arrachera, as tortas ahogadas, a birria. A variedade musical vai do regional mexicano ao contemporâneo. Aberto todos os dias da 13h às 3h da manhã. Funciona para almoço de domingo com a família e para aquele jantar longo com mezcal que termina de madrugada. O #2 tem comida mais inventiva, mas nenhum restaurante desta lista entrega a experiência cultural que a Casa Bariachi oferece. #4 Restaurant Café El Gato Café Na Calle Francisco I. Madero 833, Colonia Americana, o El Gato Café é o restaurante mais instagramável de Guadalajara. Garçons robôs em formato de gato servem suas mesas. O conceito poderia ser só marketing, mas a comida segura o nível: a pasta carbonara e o cheesecake são os destaques, com frappes que os clientes mencionam constantemente. Nota 4.7 com mais de 3.400 avaliações. Jogos de tabuleiro nas mesas completam a visita. Preços de $100 a $200 pesos. Fecha na segunda-feira. Perde para a Casa Bariachi no ranking porque o #3 entrega cultura jalisciense autêntica, enquanto o El Gato aposta no conceito. Mas se você quer algo diferente, aqui é o lugar. #5 Pigalle O Pigalle fecha a lista como o melhor bar de coquetéis de Guadalajara. Na C. Emeterio Robles Gil 137, Colonia Americana, abre das 19h à 1h (até 3h nos fins de semana). O negroni e o old fashioned são impecáveis. O ambiente permite conversa sem precisar gritar, com iluminação que acerta o tom. Nota 4.6 com 673 avaliações. Não é restaurante no sentido tradicional, mas merece o quinto lugar porque é o complemento perfeito para qualquer jantar dessa lista. Drinks entre $100 e $200 pesos. Se você só pode experimentar um lugar dessa lista, vá ao Almaena Restaurante. Peça os chilaquiles e os tacos de barbacoa. Depois me agradeça.

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Lugares em Destaque

La Panga del Impostor

star4.4

Local informal y luminoso dedicado a los mariscos crudos y cocidos, con atención en la barra, cerveza y terraza.

Casa Bariachi

star4.4

Restaurante alegre con comida clásica mexicana, show tradicional de mariachis y varios tipos de tequilas.

Restaurant Café El Gato Café

star4.7

Cafetería agradable con muchas plantas que ofrece pasta a pedido, fiambres, postres y café.

El Arte RESTAURANTE/CAFÉ no Centro Histórico de GuadalajaraTendências

O Que Está Bombando em Guadalajara: Do Brunch Premium ao Aguachile com Mezcal

O restaurante mais bem pontuado de Guadalajara e o quinto colocado entre mais de 500 estabelecimentos têm uma palavra em comum nas avaliações: chilaquiles. Entenda as tendências que definem a cena tapatía agora.

O restaurante mais bem pontuado de Guadalajara e o quinto colocado, entre mais de 500 estabelecimentos, compartilham uma palavra nas avaliações dos clientes: chilaquiles. O prato mais simples do café da manhã mexicano está no centro do que move a segunda maior cidade do México à mesa neste momento. E o que vem junto com ele conta uma história sobre para onde Guadalajara vai. O brunch virou cultura aqui. O Almaena Restaurante, na Avenida Providencia 2388 em Providencia, carrega a pontuação mais alta da cidade: 98.8 de 100, nota 4.8 com 778 avaliações. O cardápio é onde o clássico encontra o improvável: chilaquiles e enfrijoladas dividem espaço com avocado toast, waffle de cenoura, croissant de prosciutto e french toast. Tudo na faixa de $100 a $200 pesos. No Centro Histórico, o El Arte RESTAURANTE/CAFÉ, na Calle Maestranza 1, faz a mesma aposta com artilharia pesada: chilaquiles, huevos rancheros, enchiladas suizas, sopa azteca. São 4117 avaliações e pontuação de 96.4. O volume de gente que passa por ali não mente. Guadalajara quer café da manhã bonito sem perder o molcajete de vista, e está disposta a pagar entre $100 e $200 pesos por isso. Quase 200 dos restaurantes da cidade operam nessa faixa. Depois tem o fenômeno El Gato Café. Na Calle Francisco I. Madero 833, na Colonia Americana, esse café-restaurante juntou 3401 avaliações (nota 4.7, pontuação 98.2) com um conceito que nenhum crítico gastronômico levaria a sério há cinco anos: garçons-robô em formato de gato. As palavras que mais aparecem nas avaliações dos clientes? "Robots", "robot cat", "michi robots", "board games". Não "comida memorável". Cheesecake e pasta carbonara estão no cardápio, mas o que lota a casa é outra coisa. Numa cidade onde a pontuação média dos restaurantes é 81 de 100, o El Gato marca 98.2 apostando na experiência acima do prato. O restaurante como programa, não como refeição. Na ponta oposta do espectro, La Panga del Impostor mostra que Guadalajara também sabe fazer comida séria. Na Calle Miguel Lerdo de Tejada 2189, na Americana, essa marisquería tem pontuação de 96.4 com 1514 avaliações e uma proposta que mistura costa com interior de Jalisco. Aguachile, tostada de pulpo, tosta de atum com habanero negro, tutano. E mezcal. As palavras-chave dos avaliadores colocam "mezcal" ao lado de "ceviches" e "birria", sinalizando uma fusão calculada. A casa fecha às 19h no máximo, fiel ao ritual da marisquería de tarde, mas o cardápio não tem nada de convencional. O mezcal aqui acompanha o prato, não o coquetel. E por falar em mezcal: Pigalle, na Calle Emeterio Robles Gil 137, na Colonia Americana, confirma que a coquetelaria tapatía amadureceu. Pontuação de 97.6, nota 4.6, 673 avaliações. Abre das 19h à 1h na semana e até as 3h nos finais de semana. Os termos mais buscados nas avaliações incluem "negroni" e "old fashioned". A faixa de preço é a mesma dos restaurantes top: $100 a $200 pesos. Guadalajara gasta o mesmo valor num drinque bem feito e num brunch completo, e isso diz muito sobre as prioridades da cidade agora. Minha aposta para os próximos meses: a Colonia Americana vai se consolidar como o bairro que define a cena. Dos cinco lugares que destaco aqui, três ficam ali. O segmento upscale praticamente não existe em Guadalajara (três lugares em mais de 500). A cidade não quer fine dining. Quer comida com personalidade, conceito forte, preço honesto e uma boa história pra contar. E se tiver chilaquiles no cardápio, melhor ainda.

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Interior do Almaena Restaurante no bairro de Providencia em GuadalajaraNovas Aberturas

Guadalajara Agora: Novos Endereços Que Valem a Primeira Visita

De brunch na Providencia a coquetéis autorais na Americana, quatro endereços recentes em Guadalajara que merecem sua atenção antes que todo mundo descubra.

Guadalajara muda rápido. Nos últimos meses, uma safra de restaurantes e bares com propostas mais ousadas tem aparecido em bairros como Americana e Providencia. Não são os clássicos com filas desde 1985. São lugares que ainda estão encontrando sua identidade, testando cardápios, ajustando preços e formando clientela. É nessa fase que eu gosto de ir: quando o chef ainda está na cozinha todo dia, o atendimento se esforça, o cardápio surpreende e a experiência ainda não virou fórmula. Fui conferir quatro endereços que vêm ganhando tração. Almaena Restaurante fica na Avenida Providencia 2388, no térreo, no bairro de Providencia. Tem 778 avaliações e uma nota de 4.8, o que em Guadalajara é raro. O cardápio é de café da manhã e brunch: chilaquiles, tacos de barbacoa, torrada de abacate, french toast, waffle de cenoura, enfrijoladas e um croissant de prosciutto que aparece em avaliação atrás de avaliação. Tem área infantil, o que resolve um problema real. Dá para comer com calma enquanto as crianças ficam ocupadas em outro canto do salão. Abre todos os dias a partir das 8h, com fechamento às 22h de segunda a sábado e às 18h no domingo. Pratos na faixa de $100 a $200 pesos mexicanos. Para o nível de execução, é justo. La Panga del Impostor ocupa o número 2189 da Calle Miguel Lerdo de Tejada, na Colonia Americana. Tem 1.514 avaliações e nota 4.4. Não é uma cevichería qualquer. O cardápio mistura aguachile com tutano, tostada de polvo, tuna com habanero negro, ceviches e, de sobremesa, sorvete de lavanda. Tem mezcal na carta, como manda a onda atual dos bares e restaurantes mexicanos. Funciona só à tarde, das 13h até 18h ou 19h dependendo do dia da semana. Com esse volume de avaliações, a La Panga já não é novata, mas a proposta criativa mantém o lugar com cara de descoberta. Quem vai esperando peixe frito com limão vai se surpreender. Pigalle é um bar de coquetéis na Calle Emeterio Robles Gil 137, também na Americana. Com 673 avaliações e nota 4.6, é um dos endereços mais novos desta lista. Os destaques nas avaliações são os negronis e os old fashioneds. Quem já foi elogia o ambiente e a iluminação, e vários mencionam que o volume da música é baixo o suficiente para conversar, coisa rara por aqui. Abre das 19h à 1h de domingo a quinta, estendendo até as 3h nas sextas e sábados. Preços entre $100 e $200 pesos por drink. É o tipo de bar que Guadalajara precisava ter mais: sem pretensão exagerada e com drinks bem feitos. O tipo de lugar que convida a ficar. E tem um nome que vale anotar: o Garabato Café, com apenas 141 avaliações e uma nota de 4.9. Pratos abaixo de $100 pesos. Uma nota dessas com qualquer volume de avaliações já chamaria atenção em Guadalajara. Com tão poucas, pode ser sorte ou pode ser que o lugar seja bom de verdade. É cedo para cravar, mas o sinal inicial é forte. Entre todos, o Almaena é quem eu aposto como o mais consistente a longo prazo. Manter 4.8 com quase 800 avaliações exige qualidade real, não só novidade. A La Panga tem a proposta mais corajosa do grupo. O Pigalle preenche um espaço que faltava na noite da Americana. E o Garabato, com suas 141 avaliações e nota quase perfeita, é a aposta de risco da lista. Se você está planejando um fim de semana em Guadalajara, comece no Almaena pela manhã e almoce na La Panga à tarde. Feche a noite no Pigalle. Esse roteiro, hoje, é o que a cidade tem de mais fresco.

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Bar Pigalle na colônia Americana em GuadalajaraNoturnos

Guadalajara Depois da Meia-Noite: Onde Comer e Beber Até as 3h

Do bar de coquetéis ao mariachi com molcajete às 2h da manhã: os endereços que salvam a madrugada em Guadalajara.

Guadalajara depois das dez da noite muda de cara. Na Avenida Chapultepec, na colônia Americana, letreiros de neon piscam sobre filas que se formam na porta dos bares. Cheiro de elote e carne asada sobe das carrocinhas estacionadas na calçada. O trânsito diminui, mas o barulho não. Gente saindo de restaurantes, casais dividindo um mezcal na esquina, grupos discutindo o próximo destino, alguém rindo alto do outro lado da rua. A cidade não dorme cedo, e quem mora aqui sabe disso. A pergunta é só uma: onde ir agora? O Pigalle fica na Calle Emeterio Robles Gil 137, a poucos minutos a pé da Chapultepec. Abre às 19h e fecha à 1h de domingo a quinta. Na sexta e no sábado, vai até as 3h da manhã. É um bar de coquetéis com carta enxuta e bem executada. Os negronis são referência entre quem conhece a cena de drinks da cidade, e o old fashioned tem uma consistência que muitos lugares maiores não conseguem. A onda de mezcal que tomou conta dos bares mexicanos chegou aqui com elegância, sem exagero. O que diferencia o Pigalle é o volume: a música permite conversa, coisa rara na Americana depois da meia-noite. A rua é mais tranquila que a Chapultepec, a duas quadras. Dá para sair, tomar ar e voltar sem perder o lugar. Drinks na faixa de $100 a $200 pesos, nota 4.6 com mais de 670 avaliações. Se você quer começar a madrugada com calma ou esticar a noite sem o caos das baladas ao redor, aqui é o ponto. Agora, se é sexta ou sábado e o que você quer é barulho, o The Urban Live Bar espera na Avenida Chapultepec Sur 177, segundo andar. Funciona das 20h30 às 3h, exclusivo de fim de semana. De domingo a quinta, fechado. O formato é direto: bandas ao vivo tocando pop rock, disco, rock en español e reggaeton conforme o ânimo da plateia. O lugar começa morno, mas conforme passa da meia-noite, a galera que sai dos bares da Chapultepec lá embaixo vai subindo e enchendo o espaço. Perto da 1h, todo mundo canta junto com os copos levantados. Não é lugar para conversa. É lugar para perder a voz. A localização ajuda: sai de qualquer bar da avenida e sobe a escada. Nota 4.4, mais de 2.600 avaliações. E quando tudo fecha? Casa Bariachi. Avenida Ignacio L. Vallarta 2221, bairro Arcos Vallarta. Aberto todos os dias, das 13h às 3h da manhã. Sem exceção. Nenhum outro lugar nesta lista abre tão tarde com tanta regularidade. Com mais de treze mil avaliações e nota 4.4, esse restaurante mexicano é uma instituição da madrugada tapatía. Mariachis ao vivo e dança folclórica no palco enquanto a cozinha manda molcajetes, chamorro, arrachera e tortas ahogadas até a última mesa fechar a conta. Os molcajetes chegam borbulhando na pedra vulcânica e o chamorro vem com a carne soltando do osso. Perto das 2h, a clientela muda: famílias que esticaram o jantar dividem espaço com a galera das baladas, turistas que seguiram o som dos violinos, casais que perderam a hora e taxistas fazendo uma pausa. O preço é justo para o que entrega. E o mariachi toca pedidos até alguém pedir para parar. Ninguém pede. Quando o relógio passa da meia-noite em Guadalajara, as opções diminuem, mas não desaparecem. O Pigalle segura a onda com coquetéis bem feitos até a 1h (3h nos fins de semana). O The Urban Live Bar esquenta a Chapultepec nas sextas e sábados até as 3h. Mas o endereço que você precisa salvar no celular é um só: Casa Bariachi, Avenida Vallarta 2221, aberto até as 3h, todos os dias. Quando bater a fome de madrugada, vai me agradecer.

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