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Sabores imperdíveis de Angra dos Reis

Descubra onde comer bem na cidade, do café da manhã à janta depois de uma trilha, com dicas de endereço, prato e preço.

Angra dos Reis tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. Entre barcos que cruzam a baía e ruas que sobem até a mata, a mesa costuma ser feita com peixe fresco, frutas tropicais e aquele toque caseiro que só quem vive aqui entende. Cada esquina tem um cheiro diferente – de café torrado, de grelha quente ou de caldo de legumes que vem da floresta – e isso faz a experiência culinária bem mais pessoal que em grandes centros. Começo o dia na Arte e Café Imperial, na Av. Antônio Bertholdo da Silva Jordão, 1224, no bairro Paraíso. O lugar abre às nove e fecha às dezenove de sábado a domingo, então dá para chegar antes da maioria das turmas. Recomendo o cappuccino com espuma cremosa e um pão de queijo quentinho; tudo sai por menos de R$15, o que deixa o bolso feliz. O ambiente tem mesas ao ar livre sob um toldo, perfeito para observar a rua enquanto o aroma do café preenche o ar. Nos fins de semana costuma ter uma fila curta, mas a espera vale cada gole. Depois, sigo para o Bar do Chuveiro, na Av. Airton Senna, 213, na Praia do Anil. O espaço tem um clima familiar, com mesas de madeira perto da janela que dá para a praia. O pastel de camarão com catupiry é o carro-chefe, acompanhado de uma caipirinha bem gelada; o preço é acessível, sem faixa divulgada, mas a conta costuma ficar em torno de R$30 para duas pessoas. O bar abre às 11h30 e vai até 23h30 nos sábados, então dá para almoçar ou jantar. Nos dias de sol costuma ficar cheio, então chegue cedo se quiser evitar a fila. Para o jantar, a La Parrilha, na R. Santana, Vila do Abraão, oferece um rodízio de carnes que lembra a Argentina. A picanha na grelha chega suculenta, com um toque de chimichurri que realça o sabor, e a provoleta derrete na hora, criando uma camada crocante por fora e macia por dentro. Não há preço fixo divulgado, mas o custo médio por pessoa fica entre R$40 e R$60, o que ainda bate o preço do Quintal Gourmet. O restaurante funciona de segunda a domingo, das 18h às 23h, e costuma ter mesas reservadas rapidamente nas noites de sexta e sábado. Encerrando a noite, caminho até o Quintal Gourmet, dentro do Parque Estadual de Ilha Grande, ao lado da Brigada Mirim, Rua Oswaldo Riffel. O local é perfeito depois de uma trilha pela mata: o risoto de camarão, cremoso e perfumado com ervas frescas, custa entre R$20 e R$40 e traz um conforto que combina com a brisa da floresta. O horário de funcionamento é só às quartas, das 19h às 22h, então vale marcar na agenda. Um roteiro de um dia pode ser: café da manhã no Imperial, lanche na Praia do Anil, churrasco na Vila do Abraão e jantar no Quintal após a trilha. Assim você prova o melhor da cidade sem pressa, usando a Av. Antônio Bertholdo, a Av. Airton Senna e a R. Santana como guias.

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Os melhores lugares para comer em Angra dos Reis

Descubra onde encontrar café artesanal, petiscos à beira-mar, churrasco argentino e sopas reconfortantes na capital da Ilha Grande.

Angra dos Reis tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. Entre o mar que bate na Praia do Anil e as trilhas da Ilha Grande, os sabores surgem de cantos inesperados: um café que cheira a noz, um bar que serve pastel crocante ao som das ondas, uma parrilla que traz a tradição argentina para o interior da vila e um restaurante de sopas que transforma ingredientes simples em pratos memoráveis. Começo o dia no Arte e Café Imperial – Matriz, na Av. Antônio Bertholdo da Silva Jordão, 1224, no bairro Paraíso. O ambiente é iluminado e o aroma de café recém-moído domina o ar. O capuccino com espuma de leite e um pão de queijo quente custam entre R$5 e R$12, perfeito para recarregar as energias antes de pegar a balsa. O atendimento é rápido; nas manhãs de sábado a fila costuma ter de cinco a dez minutos, o que ainda dá tempo de caminhar até o cais. Na hora do almoço, sigo para o Bar do Chuveiro, Unidade Aquidabã, na Av. Airton Senna, 213, Praia do Anil. O bar possui mesas e um cardápio de petiscos que inclui pastel de camarão com catupiry e um bobo de camarão que chega a R$18. O chopp gelado acompanha bem, e o local costuma ficar cheio nos fins de semana, mas há sempre um espaço na varanda se chegar um pouco antes das 13h. O preço dos petiscos fica entre R$10 e R$20, bem mais barato que a parrilla, mas a variedade de frutos do mar compensa. Para o jantar, nada supera a La Parrilha, na Rua Santana, Vila do Abraão. Ao abrir a porta às 18h, sente-se o cheiro de carne grelhada. Recomendo a picanha ao ponto, servida com provolone derretido e uma caipirinha de limão siciliano – a conta fecha em torno de R$45 por pessoa, um pouco acima do Bar do Chuveiro, mas a experiência compensa. Na parrilla, nas noites de sexta costuma haver fila de quinze minutos; vale a pena esperar. Se a ideia é algo mais leve, o Quintal Gourmet oferece sopas, risotos e massas artesanais. O risoto de camarão, com camarões frescos e um toque de limão, custa R$32, enquanto a lasanha de carne tem preço de R$28. O ambiente é tranquilo, ideal para fechar o dia depois de uma trilha. O restaurante abre só às quartas, das 19h às 22h, então é preciso planejar a visita. Um roteiro de um dia pode começar com o café da manhã no Arte e Café Imperial, seguido de uma caminhada até a Praia do Anil para o almoço no Bar do Chuveiro. À tarde, pegue a balsa para a Vila do Abraão, aproveite o pôr do sol e reserve a La Parrilha para o jantar. Se sobrar energia, a última parada é o Quintal Gourmet, onde uma sopa quente ou um risoto finaliza a jornada com sabor e conforto.

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