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Os melhores lugares para comer em Manacapuru

Descubra quatro cantos de Manacapuru onde o café, o churrasco e a comida caseira se encontram nas ruas da cidade.

Manacapuru tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. Entre o rio e a estrada AM‑070, os sabores chegam direto das panelas de família e dos fogões a lenha, sem pretensão de luxo, mas com muita autenticidade. Aqui o almoço pode ser um prato de peixe grelhado à beira do rio, enquanto o jantar se transforma em um churrasco animado com música ao vivo. Cada esquina tem um cheiro diferente, e isso faz a cidade ter um mapa gastronômico que vale a pena explorar. Começo o dia no Café Regional Brisa do Solimões, na Av. Eduardo Ribeiro, no Centro. O lugar abre às 6h30 e já tem a bancada cheia de pães de queijo, queijo coalho e um café forte que perfuma a rua. O preço fica entre R$ 1 e 20, o que permite montar um café da manhã completo sem pesar no bolso. O ambiente tem mesas de madeira e um atendimento rápido, perfeito para quem chega de moto antes das 9h. Recomendo provar a tapioca com coco e manteiga, que chega quentinha e tem um toque levemente adocicado. Para o almoço, sigo para o Café e Restaurante Tucunaré, localizado no km 56 da AM‑070. O espaço é conhecido entre os viajantes porque tem Wi‑Fi e um estacionamento amplo. O cardápio inclui costela na brasa, que sai suculenta e com a crosta levemente caramelizada. O prato acompanha arroz, farofa e vinagrete por cerca de R$ 15. Também vale a pena experimentar a tapioca recheada com carne seca, que tem preço parecido e traz o sabor da região. O restaurante abre das 6h às 16h30, então dá tempo de chegar antes do pico da tarde. Se a tarde pede um prato mais tradicional, o Restaurante Canto do Roxinho, na Av. Ribeiro Junior, 770, é a escolha certa. O local tem ar‑condicionado e um ambiente climatizado que contrasta com o calor externo. O cardápio destaca a picanha na brasa, servida com mandioca frita e molho de chimichurri. O preço da picanha fica em torno de R$ 18, enquanto o x‑caboquinho, sanduíche de carne com queijo e molho, sai por menos de R$ 10. O restaurante funciona de segunda a terça das 6h às 19h e fecha nos fins de semana, então vale chegar cedo para garantir a mesa. Quando o sol se põe, a gente vai ao Recanto do Guerreiro Bar Y Parrilla, na Estr. Manoel Urbano, 1751, bairro Terra Preta. O bar abre às 17h e fica aberto até a madrugada de domingo a sábado. Não há preço fixo no cardápio, mas os petiscos como a parmegiana de frango e o chopp gelado são bem avaliados pelos frequentadores. A música ao vivo costuma rolar nas noites de sexta e sábado, criando um clima de festa que atrai tanto moradores quanto turistas. Se quiser algo rápido, peça o sushi de atum, que aparece no cardápio de drinks e tem preço acessível. Um dia inteiro pode começar com o café da manhã na Brisa do Solimões, seguir para a costela no Tucunaré ao meio‑dia, provar a picanha no Canto do Roxinho no fim da tarde e fechar a noite no Recanto do Guerreiro com um chopp e um petisco. Todas as opções ficam a poucos minutos de carro uma da outra, e a maioria está próxima de pontos de ônibus que passam pela Av. Eduardo Ribeiro e pela Estr. Manoel Urbano, facilitando a locomoção mesmo sem carro. Assim, quem chega a Manacapuru tem um roteiro saboroso que cobre café, almoço, jantar e happy hour sem precisar sair da cidade.

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