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Sabores de Angra dos Reis: onde comer bem — Maio 2026

Descubra quatro cantos de Angra dos Reis que servem desde um café da manhã tranquilo até um churrasco argentino e sopas artesanais com vista para a natureza.

Angra dos Reis tem um ritmo próprio quando o assunto é comer. Entre as ruas que dão para o mar e as trilhas que levam à mata, os pratos costumam misturar frutos do mar frescos, influências brasileiras e toques argentinos. O resultado é uma mesa cheia de contrastes que não se encontram em outras capitais do estado. Para começar o dia, nada melhor que o Arte e Café Imperial, localizado na Av. Antônio Bertholdo da Silva Jordão, 1224, no bairro Paraíso. O ambiente tem mesas e um balcão onde o barista prepara um capuccino cremoso. O cardápio de café da manhã inclui pão de queijo quente, torradas com geleia de frutas locais e um suco de acerola que dá energia para a caminhada até a praia. Tudo custa entre R$1 e R$20, o que deixa o lugar muito acessível para quem viaja com orçamento limitado. Almoçar perto da Praia do Anil é fácil no Bar do Chuveiro, na Av. Airton Senna, 213. O espaço tem um cardápio de petiscos que inclui pastel de camarão, bobo de camarão com catupiry e filé mignon grelhado. A caipirinha de limão siciliano acompanha bem os frutos do mar. Não há faixa de preço explícita, mas os pratos são servidos em porções generosas que satisfazem tanto grupos de amigos quanto famílias que chegam depois de um mergulho. Quando a noite chega, a La Parrilha, na Rua Santana, Vila do Abraão, oferece uma experiência de churrasco argentino que vale a pena reservar. O picanha suculenta, a provoleta derretida e a milanesa napolitana são os destaques que os clientes costumam elogiar. O restaurante funciona das 18h às 23h, então dá para chegar depois do pôr‑do‑sol e ainda aproveitar o ambiente da ilha. Embora não tenha preço listado, a qualidade das carnes justifica o gasto, especialmente se compararmos com o Quintal Gourmet, onde o prato principal custa entre R$20 e R$40. Para quem prefere algo mais leve, o Quintal Gourmet, dentro do Parque Estadual de Ilha Grande, ao lado da Brigada Mirim, serve sopas e massas que aquecem o corpo depois de uma trilha. O risoto de camarão, o nhoque ao molho de tomate e a lasanha de carne são preparados com ingredientes frescos da região. O cardápio tem preços entre R$20 e R$40, o que coloca o Quintal numa faixa mais alta que o café da manhã do Imperial, mas ainda oferece bom custo‑benefício para uma refeição completa em meio à natureza. Um dia típico pode começar com o café da manhã no Imperial, seguir para o Bar do Chuveiro para um almoço rápido à beira da praia, depois pegar a balsa para a Ilha Grande e jantar na La Parrilha antes de fechar a noite com uma sopa quente no Quintal Gourmet. O trajeto usa a avenida principal que liga o centro à Praia do Anil, depois a estrada que leva à balsa em Vila do Abraão. Assim, quem chega de carro ou de ônibus tem opções claras de onde parar e o que comer em cada ponto da cidade.

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Sabores de Angra dos Reis: onde comer do café ao jantar — Maio 2026

Descubra os quatro cantos gastronômicos que dão o sabor único a Angra dos Reis, do café da manhã ao jantar com vista para a mata.

Angra dos Reis tem uma relação íntima com o mar, e isso aparece no prato de cada esquina. Enquanto o barco atraca, a gente já sente o cheiro de peixe grelhado e de café recém moído nas calçadas. A cidade mistura o ritmo de vila de pescadores com o conforto de quem tem um bom wifi, e isso cria um cardápio que vai do pastel crocante ao churrasco argentino. Começo o dia no Arte e Café Imperial – Matriz, na Av. Antônio Bertholdo da Silva Jordão, 1224, no bairro Paraíso. O lugar abre às 9h de sábado a domingo e tem um cardápio de R$ 1–20. O capuccino tem espuma cremosa que lembra nuvem de leite, e o pão de queijo sai quente, soltando aroma de queijo derretido. O preço dá para levar duas porções e ainda guardar troco para um suco de fruta. O ambiente tem mesas de madeira e música baixa, perfeito para planejar a rota do dia. Para o almoço escolho o Bar do Chuveiro, unidade Aquidabã, na Av. Airton Senna, 213, Praia do Anil. O local abre a partir das 11h30 e fica lotado nos fins de semana; costuma ter fila de 15 minutos, mas vale a espera. O pastel de camarão vem recheado de carne suculenta e acompanha um molho de limão que corta a gordura. A caipirinha de cachaça artesanal chega com gelo triturado e limão fresco, refrescando o calor da tarde. O cardápio inclui petiscos de frutos do mar e um filé mignon que chega ao ponto desejado. No fim da tarde, a gente segue para a Vila do Abraão e visita a La Parrilha, na Rua Santana. A churrascaria abre às 18h todos os dias e tem um ambiente que lembra as parrillas argentinas. O ojo de bife, cortado na hora, tem carne vermelha que ainda guarda o suco, enquanto a provolone derrete lentamente sobre a grelha. Uma caipirinha de maracujá acompanha bem a picanha, trazendo acidez que equilibra a gordura. Embora o preço não esteja listado, cada corte parece valer o investimento para quem curte carne de qualidade. Se a noite ainda pede conforto, faço um desvio para o Quintal Gourmet, dentro do Parque Estadual de Ilha Grande, ao lado da Brigada Mirim, Rua Oswaldo Riffel. O restaurante de sopas abre às 19h nas quartas e serve risoto de camarão que tem grãos de arroz al dente e camarões rosados. A lasanha de quatro queijos aparece com massa caseira e molho rico. O preço varia de R$ 20–40, o que coloca o prato entre o mais acessível e o mais elaborado da ilha. O ambiente tem vista parcial para a mata, ideal para fechar a noite. Um roteiro de um dia fica fácil: chegar cedo ao Imperial para o café, caminhar até a parada de ônibus da Av. Antônio Bertholdo e pegar a linha que leva à Praia do Anil para o Bar do Chuveiro. Depois, pegar a balsa para a Ilha Grande, desembarcar na Vila do Abraão e seguir a Rua Santana até a La Parrilha. Quando o sol começa a se pôr, voltar para a entrada do parque e entrar no Quintal Gourmet para a sopa final. O percurso mistura calçada de pedra, vista para o mar e cheiro de madeira queimada, garantindo um dia completo de sabores locais.

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