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Sabores de Campina Grande do Sul: um roteiro gastronômico

Descubra onde comer bem em Campina Grande do Sul, do café da manhã ao jantar, com dicas práticas de endereço, horário e preço.

A cena gastronômica de Campina Grande do Sul tem um tempero próprio: a mistura de tradição do interior com influências de imigrantes e viajantes que passam pela BR-116. Aqui o churrasco ainda tem o domínio da tarde, mas você também encontra ceviche peruano, cafés artesanais e um buffet 24h que atende caminhoneiros e famílias. Cada esquina tem um cheiro diferente, e eu já fiz o tour completo. Para quem chega cedo, Santo Doce na Rua Sebastião Leandro Rocha, no Jardim Eugenia Maria, abre às 07:00 de terça a domingo. O preço varia de R$1 a R$20 e o cardápio inclui bolos caseiros, salgados de padaria e doces que lembram a infância. O ambiente é simples, mas o aroma de café recém-moído e pão quente faz a fila valer a pena nas quintas‑feiras, quando a casa fica mais movimentada. Se quiser algo mais exótico, siga para o Av. Antônio Belli, 289, no Jardim da Colina, onde fica o Quina do Chef Restaurante Peruano. Ele abre de quinta a domingo, das 11:30 às 15:30, e serve ceviche fresco e drinks com pisco. Não há faixa de preço definida, mas os pratos são acessíveis e a qualidade dos temperos costuma ser elogiada nos comentários. A tarde vira churrasco no Restaurante e Churrascaria Bossardi, na Rua Pedro Bossardi, 69, Jardim Paulista. O rodízio funciona de segunda a sábado, das 07:00 às 15:00, e o domingo a partir das 07:30. Com preço entre R$20 e R$40, o local oferece opções que vão do mignon ao carneiro, passando por marmitas para quem quer levar. O buffet é bem servido, e o serviço costuma ser rápido, o que ajuda a evitar longas esperas mesmo nos dias de maior movimento. Comparado ao Santo Doce, o Bossardi tem a faixa de preço mais alta, mas a quantidade de carne compensa quem busca um almoço robusto. Se a fome bater depois da meia‑noite, o Restaurante Represa é a escolha prática. Situado na BR-116, Km 42, ele funciona 24 horas, atendendo caminhoneiros e moradores que precisam de uma refeição a qualquer hora. O preço varia de R$1 a R$20 e o cardápio inclui polenta, chuleta, coxinha e até um prato chamado "papagaio" que aparece nos comentários como favorito. O ambiente é simples, mas a variedade do buffet livre garante que você nunca saia de mãos vazias. Um dia típico pode começar com um café e um doce no Santo Doce, seguir para o Quina do Chef no almoço para provar ceviche, depois um rodízio de carnes no Bossardi à tarde e, se ainda sobrar energia, fechar a noite (ou madrugada) no Represa com um prato quente. Todos os locais ficam a poucos minutos de carro uns dos outros, e a principal avenida da cidade facilita a navegação. Leve um mapa da BR-116 e da Av. Antônio Belli e aproveite cada parada – a experiência gastronômica de Campina Grande do Sul vai muito além do prato, é a gente conversando, rindo e saboreando a cultura local.

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