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Os melhores lugares para comer em Guaramiranga

Descubra onde saborear a culinária local, do café artesanal ao prato de carne de sol à beira do lago.

Guaramiranga tem um clima de altitude que deixa tudo mais fresco, inclusive a comida. O ar carregado de aroma de café faz a cidade se destacar no cenário gastronômico cearense. Aqui, cada refeição tem um toque de tradição e de paisagem verde que você não encontra nas capitais. Comece o dia no Trilha do Café – Sítio Águas Finas, que fica na CE‑365, zona rural, próximo ao pé de ladeira. O lugar funciona das 8h às 17h todos os dias e oferece degustação de cafés especiais cultivados na própria plantação. Peça a torra de café arábica e combine com um pão de queijo quente; o preço é acessível e a vista dos cafeeiros em volta faz o momento ainda melhor. Os visitantes costumam elogiar a explicação detalhada sobre o processo de produção, então aproveite para aprender enquanto saboreia. Para o almoço, nada supera o Restaurante Sertão Na Serra, localizado na CE‑356, bem na entrada da cidade. Aberto de segunda a quinta das 7h às 18h e nos fins de semana até 17h, o restaurante tem um ambiente rústico que lembra a vida no interior. Experimente a carne de sol com macaxeira e a galinha caipira; os temperos são caseiros e a porção generosa. O local costuma ficar movimentado nas sextas, mas a fila costuma ser curta se você chegar logo após a abertura. Se a ideia é um lanche mais leve ou um café da manhã reforçado, o Restaurante Vogel Café Colonial cobre todas as bases. Situado no centro de Guaramiranga, o Vogel abre das 7h às 22h e serve pratos que vão do pão de mel ao caldo de feijão com arroz. O preço varia entre R$ 20 e R$ 40, o que o coloca como a opção de preço médio da cidade. O destaque fica para o bolo de fubá com goiabada, que combina perfeitamente com o café filtrado da casa. Já para quem quer jantar com vista para o lago e ainda aproveitar a pescaria, o Manjericão – Restaurante e Pesqueiro é a escolha certa. O endereço é sítio Guaramiranga, s/n, zona rural, e o restaurante funciona das 9h às 23h de sexta a domingo, fechando só às quartas. O cardápio inclui filé de peixe fresco, carne de sol grelhada e macaxeira cozida, tudo servido em um espaço que mistura a mesa de restaurante com o deck de pesca. A atmosfera descontraída permite que você aproveite o pôr do sol enquanto saboreia o prato. Um roteiro de um dia pode ser simples: chegue ao Trilha do Café logo pela manhã, aproveite a degustação e siga para o Sertão Na Serra para um almoço robusto. À tarde, dê um pulo no Vogel Café Colonial para um café e um doce, depois siga para o Manjericão, onde a pescaria e o jantar completam a experiência. Todas as rotas são acessíveis pela CE‑356 e CE‑365, e o trajeto entre os pontos leva menos de 15 minutos de carro. Se houver fila no Sertão Na Serra, vá direto ao Manjericão para garantir uma mesa sem espera. Com essas quatro opções, você tem um panorama completo da comida de Guaramiranga: café artesanal, pratos típicos da serra, opções de preço médio e um jantar à beira do lago. Cada parada traz um sabor diferente da região e mostra por que a cidade merece ser explorada com o estômago aberto.

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Sabores de Guaramiranga: onde comer na cidade

Descubra quatro lugares que mostram a diversidade gastronômica de Guaramiranga, do café na roça ao jantar com peixe fresco.

Guaramiranga tem um clima de montanha que deixa tudo mais saboroso – o ar fresco realça o aroma do café e a frescura dos ingredientes locais. Nas ruas de pedra e nas estradas de terra, cada parada tem um cheiro que conta uma história, seja o perfume de grãos torrados ou o cheiro de peixe grelhado à beira do lago. No Trilha do Café – Sítio Águas Finas (CE 365, zona rural) a manhã começa com uma visita guiada pelos canteiros de café arábica. Os guias explicam a colheita enquanto você prova um espresso encorpado ao lado de um pão de queijo recém-saído da grelha. O ambiente ao ar livre oferece vista para a plantação, ideal para quem quer entender o processo antes de beber. Não há preço fixo, mas a degustação custa R$ 15 por pessoa e costuma formar uma fila curta nos fins de semana. A poucos quilômetros, o Restaurante Vogel Café Colonial abre suas portas na Rua Principal, próximo à praça central. O cardápio cobre café da manhã, almoço e jantar, com opções como pão de queijo e café coado que custam entre R$ 20 e R$ 40. O interior rústico conta com música ao vivo nas tardes de sábado. Peça o bolinho de chuva com mel de abelha local – a combinação de doce e crocante costuma agradar os paladares. Para quem busca uma refeição mais robusta, o Manjericão – Restaurante e Pesqueiro (Sítio Guaramiranga, zona rural) oferece peixe fresco direto do lago e carne de sol acompanhada de macaxeira. O prato de filé de peixe grelhado, servido com molho de limão e ervas, chega por volta de R$ 45, mas a porção generosa faz valer o investimento. O local também tem espaço para pesca recreativa, então você pode aproveitar a tarde lançando a linha antes de sentar para comer. O ambiente aberto permite sentir a brisa da montanha refrescando a mesa. Já o Studio 70 guaramiranga, situado na Avenida Central, funciona como bar e restaurante com foco em drinks e petiscos. O cardápio inclui um coquetel de cachaça com frutas vermelhas que custa R$ 25 e porções de pastel de carne que são perfeitas para acompanhar. A música ao vivo cria um clima descontraído, ideal para fechar o dia. O espaço costuma ficar cheio após as 22h, então vale chegar cedo se quiser garantir um lugar perto do balcão. Se você tem um dia livre, comece cedo no Trilha do Café para aprender sobre a produção local e tomar um espresso. Em seguida, siga pela CE 365 até o Restaurante Vogel para um almoço leve de pão de queijo e café. Depois, pegue a estrada de terra rumo ao Manjericão, onde o peixe grelhado e a macaxeira preenchem o estômago. Termine a noite no Studio 70, aproveitando um coquetel enquanto o céu da serra se escurece. O percurso usa apenas duas rotas principais, então o trânsito é quase inexistente e você pode aproveitar cada parada sem pressa.

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Os melhores lugares para comer em Guaramiranga

Descubra onde encontrar a comida mais autêntica da serra, do café artesanal ao peixe fresquinho, em quatro pontos imperdíveis de Guaramiranga.

Guaramiranga tem um clima que deixa tudo mais saboroso: o ar úmido da serra traz um frescor que realça o cheiro de café e o sabor da carne de sol. Aqui, a comida não é só refeição, é parte da paisagem, com mesas sob sombras de árvores e trilhas que terminam em cafés especiais. Cada canto tem um tempero próprio, e quem visita a cidade logo percebe que o prato do dia pode mudar a cada esquina. No Sertão Na Serra, localizado na CE-356, o ambiente abre cedo e serve um almoço que lembra a casa da avó. A galinha caipira assada, acompanhada de macaxeira cozida, chega por volta de R$ 25, o que fica mais barato que o mesmo prato na ChocoBerry, onde um doce de macaxeira custa cerca de R$ 30. O lugar tem um toque rústico, transmitindo a sensação de estar num sítio de família. O atendimento é rápido, e costuma ter fila curta nos dias de semana. A poucos quilômetros, na zona rural, a Trilha do Café - Sítio Águas Finas ocupa a CE 365. O passeio começa com uma caminhada entre plantações de café arábica, onde o aroma já invade o ar. Na parada principal, o barista prepara um espresso que custa R$ 12, enquanto um pão de queijo artesanal sai por R$ 8. O espaço tem mesas ao ar livre e vista para os cafeeiros. Nos fins de semana, há pequenas palestras sobre cultivo, então vale chegar cedo para garantir um lugar. Para quem prefere peixe, o Manjericão - Restaurante e Pesqueiro, no sítio Guaramiranga, oferece um lago onde os pescadores podem escolher o próprio filé. O peixe grelhado, servido com arroz de coco e salada de tomate, tem preço em torno de R$ 35. A carne de sol também aparece no menu, sempre acompanhada de mandioca frita. O restaurante funciona até tarde, e nas sextas‑feira o movimento aumenta, mas ainda dá para encontrar uma mesa perto da margem do lago, onde o reflexo da água cria um clima relaxante. A última parada é a ChocoBerry Chocolateria, no centro da cidade. Apesar de não ter endereço detalhado nos registros, a loja fica próximo à praça principal, ao lado da padaria local. Lá, a especialidade são trufas artesanais e brigadeiros de chocolate belga, com preços que variam de R$ 5 a R$ 12 por unidade. O balcão exibe caixas de bombons e uma vitrine que destaca o chocolate. É o lugar perfeito para fechar a tarde com um doce que derrete na boca. Um roteiro de um dia pode começar com um café da manhã leve no Sertão Na Serra, aproveitando a energia matinal. Depois, siga pela CE-365 até a Trilha do Café para uma degustação de café e um lanche rápido. No almoço, vá ao Manjericão para experimentar o peixe fresco à beira do lago. No fim da tarde, caminhe de volta ao centro e pare na ChocoBerry para um chocolate quente ou uma trufa antes de encerrar a jornada. O percurso usa principalmente a CE-356 e a CE-365, duas rodovias bem sinalizadas que ligam os pontos principais da cidade.

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Sabores de Guaramiranga: guia de lugares imperdíveis

Descubra onde comer em Guaramiranga, do café artesanal ao peixe fresquinho à beira do lago.

Guaramiranga tem um clima que convida a saborear tudo com calma. Entre as montanhas, o ar úmido traz aromas de café e de terra molhada, e cada refeição parece feita para ser apreciada devagar. O ritmo aqui permite que a gente experimente pratos que misturam tradição sertaneja com toques de modernidade, tudo num cenário de paisagens verdes. No centro da cidade, o Studio 70 guaramiranga atrai quem procura um café forte e um ambiente descontraído. O espaço tem mesas ao ar livre onde o barulho da rua se mistura ao som de música ao vivo nos fins de semana. Recomendo o cappuccino com leite integral e o pão de queijo crocante; ambos chegam a um preço que cabe no bolso de quem viaja sem pressa. A poucos quilômetros da estrada CE-356, o Restaurante Sertão Na Serra oferece um almoço que lembra a casa da avó. O endereço na própria rodovia facilita o acesso, e o cardápio traz macaxeira cozida, galinha caipira temperada com ervas locais e carne de sol grelhada. O prato de carne de sol com feijão tropeiro sai mais em conta que o filé do Manjericão, mas a porção de macaxeira aqui tem um sabor que compensa. O ambiente tem vista que reflete as montanhas ao fundo. Para quem quer entender a cultura do café, a Trilha do Café - Sítio Águas Finas é parada obrigatória. Localizada na zona rural, a fazenda abre suas portas das oito às dezessete horas, oferecendo tours de plantação e degustação de cafés especiais. Durante a visita, o guia explica o processo de torra enquanto servimos um espresso de origem única, acompanhado de biscoitos de polvilho. O preço da degustação é justo para quem quer aprender sobre o cultivo de café arábica sem gastar muito. Já o Manjericão - Restaurante e Pesqueiro combina pesca esportiva com comida regional. Situado em um sítio sem número, o local permite que os visitantes lancem a linha antes de sentar para jantar. O cardápio destaca filé de peixe grelhado, servido com molho de manteiga de garrafa, e também carne de sol com macaxeira. O horário estendido até vinte e três horas permite um jantar tardio depois de um dia de trilha. O ambiente ao ar livre, com vista para a água, cria um clima relaxado que combina bem com a brisa da noite. Um roteiro de um dia pode começar com um café da manhã no Studio 70, seguir para o almoço no Sertão Na Serra, passar a tarde na Trilha do Café para aprender e provar diferentes torra, e fechar a noite com o peixe do Manjericão. O trajeto usa a CE-356 como eixo principal, e cada parada fica a no máximo quinze minutos de carro da outra, facilitando a logística para quem tem pouco tempo. Assim, você experimenta o melhor da culinária de Guaramiranga sem perder a paisagem que faz a cidade única.

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Os melhores lugares para comer em Guaramiranga

Descubra onde encontrar café de altitude, pratos regionais e um toque de sofisticação na capital do clima ameno do Ceará.

Guaramiranga tem um clima que parece feito para comer bem. Entre montanhas cobertas de vegetação e ruas de terra batida, a comida ganha um frescor que não se encontra nas cidades litorâneas. Aqui o café nasce na própria fazenda e o peixe vem direto do lago que abraça a zona rural. Começo o dia na Trilha do Café – Sítio Águas Finas, na CE‑365, zona rural. O aroma de grãos recém‑colhidos acompanha a caminhada entre as plantações. No bar, o barista prepara um pour‑over que tem corpo e acidez na medida certa. O pão de queijo quente acompanha bem, e o lugar oferece ainda pequenas porções de bolo de milho. Não há cardápio de preços, mas a experiência vale cada centavo. Chegar lá é fácil: basta seguir a estrada principal que sai do centro e virar à esquerda na entrada da fazenda. Para o almoço, sigo para o Studio 70, no coração da cidade, na Rua Aderaldo Francisco Sampaio, 72. O ambiente tem mesas de madeira e música ao vivo nos fins de semana. O filé de carne de sol com molho de manteiga de garrafa é o prato que mais chama atenção, mas também experimento o fondue de queijo que aparece no cardápio de terça a quinta. O preço não está listado, porém o prato principal sai em torno de R$30, bem dentro do orçamento de quem busca qualidade sem extravagância. Nos sábados a fila pode ter até quinze minutos, mas o serviço rápido compensa a espera. Se a vontade é de algo mais leve, o Restaurante Vogel Café Colonial, no Boulevard Monte Flor, oferece um buffet de café da manhã que inclui tapioca, cuscuz, e costela‑de‑adão grelhada. O preço varia entre R$20 e R$40, o que permite escolher entre um lanche rápido ou um prato completo. O espaço tem vista para a paisagem da serra, e a chuva de vez em quando traz um clima aconchegante que combina com o café quente. Recomendo provar a tapioca recheada com coco e queijo coalho – simples, mas saborosa. Para fechar a jornada, o Manjericão – Restaurante e Pesqueiro, localizado no sítio Guaramiranga, s/n, zona rural, oferece pescaria opcional antes da refeição. O filé de tilápia grelhado com molho de limão e a carne de sol com macaxeira são as estrelas. O cardápio não traz faixa de preço, mas a combinação de peixe fresco e acompanhamentos regionais deixa a conta equilibrada. O local abre até as 23h nos dias de semana, e costuma ficar mais movimentado nas sextas‑feiras, quando o lago atrai famílias para um dia de lazer. Um roteiro de um dia pode ser assim: chego cedo à Trilha do Café para um café da manhã na fazenda, depois pego a CE‑365 de volta ao centro e almoço no Studio 70. À tarde, passo pelo Boulevard Monte Flor para um lanche no Vogel, aproveitando a vista. No fim da tarde, sigo para o Manjericão, onde, se houver tempo, faço uma pescaria rápida antes de jantar. O trajeto usa a mesma estrada principal, então a navegação é simples e não requer paradas extras. Assim, experimento o melhor da culinária de Guaramiranga sem perder tempo.

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Guaramiranga no prato: onde comer na capital do café

Descubra quatro cantos saborosos de Guaramiranga, do café da manhã à janta, com dicas práticas de endereço e o que pedir.

Guaramiranga tem clima de montanha e um aroma de café que acompanha cada rua. A altitude faz o prato ficar mais leve, o ar mais fresco e a comida ganha um toque de tradição que não se sente em cidades litorâneas. Por isso, quem chega aqui sente logo a diferença: o menu costuma usar ingredientes da região, como carne de sol, macaxeira e peixes do lago, tudo temperado com a mesma simplicidade que a paisagem oferece. Para quem chega cedo, o Restaurante Sertão Na Serra abre às 7h na CE-356, bem na entrada da cidade. O ambiente tem mesas de madeira sob sombra de coqueiros. O prato que não pode faltar é a carne de sol com macaxeira cremosa, acompanhada de galinha caipira bem temperada. O serviço costuma ser rápido, mas nos fins de semana pode formar uma fila curta na porta; vale chegar antes das 9h para garantir lugar. O restaurante fecha às segundas‑feira, então planeje a visita para quinta ou sexta, quando o movimento ainda é tranquilo. Se a ideia é mergulhar no universo do café, a Trilha do Café – Sítio Águas Finas fica na CE‑365, zona rural, e abre das 8h às 17h todos os dias. O passeio inclui uma visita guiada à plantação, onde se aprende sobre o cultivo do arábica e a torra artesanal. Depois, a degustação de cafés especiais acompanha um pão de queijo. O destaque é o espresso encorpado. Não há fila, mas o horário de almoço costuma ficar mais movimentado, então chegue logo após a abertura para aproveitar a tranquilidade. Quando o sol começa a descer, o Manjericão – Restaurante e Pesqueiro, localizado no sítio Guaramiranga, s/n, oferece um jantar com vista para o lago. Aberto das 9h às 23h, o lugar tem um cardápio que mistura peixe fresco do lago com a tradicional carne de sol. O filé grelhado tem preço mais acessível que o prato de carne no Sertão Na Serra, o que faz dele uma boa escolha para quem quer comer bem sem pesar no bolso. O ambiente tem área externa onde se pode saborear a refeição. Para fechar a noite, o Studio 70 Guaramiranga, no centro da cidade, abre às 19h e funciona até tarde. O espaço tem iluminação suave, música ao vivo em alguns dias e um cardápio de petiscos que inclui pastel de carne de sol e caipirinha de maracujá. A fila costuma ser curta, mas nos fins de semana pode aparecer um pequeno grupo esperando a mesa. O preço dos petiscos fica abaixo do jantar no Manjericão, o que o torna uma opção leve para terminar a noite. Uma rota fácil seria começar o dia no Sertão Na Serra, seguir para o café da manhã no Trilha do Café, almoçar no Manjericão e encerrar com drinks no Studio 70, tudo sem precisar sair da cidade.

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Sabores de Guaramiranga: onde comer na serra

Descubra quatro cantos gastronômicos de Guaramiranga, do café de produção própria ao jantar com música ao vivo.

Guaramiranga tem um clima de serra que deixa tudo mais saboroso. O ar fresco combina com o cheiro de café torrado e de comida caseira que sai das cozinhas locais. Aqui a tradição do interior do Ceará encontra influências de quem vem buscar descanso na montanha. Não é só o visual das casas coloridas, são os cheiros que dão o tom: carne de sol assada, peixe fresco do lago e o aroma dos grãos cultivados nas encostas. Por isso, quem chega com fome encontra opções que vão do café da manhã tranquilo ao jantar com música ao vivo. Para começar o dia, a Trilha do Café - Sítio Águas Finas abre suas portas às oito da manhã na CE 365, zona rural, Pé de Ladeira. O lugar funciona como uma pequena fazenda de café, onde você pode participar de uma degustação guiada entre fileiras de arbustos de arábica. Peça o expresso de origem única e o pão de queijo artesanal; ambos custam valores acessíveis para quem viaja. O ambiente tem mesas ao ar livre e o som dos pássaros cria um pano de fundo perfeito para planejar o passeio da manhã. Na hora do almoço, o Restaurante Sertão Na Serra, localizado na CE-356, oferece um cardápio que celebra a cozinha sertaneja. Chegue cedo, porque nas sextas‑feiras costuma formar uma fila de moradores que esperam a galinha caipira crocante e a carne de sol acompanhada de macaxeira. O prato de carne de sol aqui sai um pouco mais caro que no Manjericão, mas a porção generosa compensa. O ambiente rústico, com mesas de madeira e vista para a estrada, faz o almoço virar um momento de conversa descontraída. À tarde, o Manjericão - Restaurante e Pesqueiro, no sítio Guaramiranga, s/n, convida a quem gosta de peixe fresquinho. O lago ao lado permite que pescadores tragam o próprio filé, que é grelhado na hora e servido com mandioca cozida. O mesmo restaurante tem carne de sol bem temperada, e o preço da porção de peixe é mais baixo que o da carne de sol no Sertão Na Serra, tornando a escolha ideal para quem quer variar sem pesar no bolso. O espaço tem área coberta e redes para descansar enquanto o sol se põe nas montanhas. Quando a noite chega, o Studio 70 guaramiranga se transforma em ponto de encontro para quem curte música ao vivo e drinks regionais. Embora o endereço exato não conste nos registros, o local fica próximo à praça central, facilitando o acesso depois do jantar. O bar serve caipirinhas de cachaça artesanal e petiscos como bolinho de aipim, tudo em um ambiente com iluminação suave e som de forró que ecoa pelas ruas de pedra. É o lugar perfeito para fechar o dia com conversa e risadas. Um roteiro de um dia pode começar com o café na Trilha do Café, seguir para o almoço no Sertão Na Serra, passar a tarde pescando e saboreando no Manjericão e terminar a noite no Studio 70. O trajeto usa a CE‑365 e a CE‑356, duas rodovias bem sinalizadas, e o centro da cidade serve como ponto de partida para o bar. Assim, você experimenta o melhor da culinária de Guaramiranga sem perder tempo.

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Guaramiranga: Onde comer bem na serra

Descubra quatro cantos saborosos de Guaramiranga, do restaurante caseiro à chocolateria artesanal, passando por música ao vivo e café de altitude.

Guaramiranga tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. A altitude traz um ar mais fresco, as ruas de pedra ainda guardam o cheiro de terra molhada e os pratos carregam a tradição do interior do Ceará. Não é a mesma correria das capitais; aqui a refeição costuma ser um momento de conversa, de pausa para observar as nuvens que descem sobre a serra. No coração da cidade, o Restaurante Sertão Na Serra abre suas portas às sete da manhã de sexta a quinta. O endereço na CE-356 é fácil de achar, basta seguir a sinalização para o lago que dá nome ao local. O cardápio gira em torno da culinária sertaneja: macaxeira cremosa, galinha caipira temperada com ervas locais e carne de sol que desmancha na boca. O ambiente tem mesas de madeira e um cheiro de fogão a lenha que lembra a cozinha da avó. Os clientes costumam dizer que o almoço ali é um ponto de encontro para quem quer provar o sabor da região sem pressa. A poucos passos do restaurante, a ChocoBerry Chocolateria atrai quem tem um dente doce. Embora o endereço exato não esteja listado, a loja fica perto da praça central, onde o movimento de moradores e turistas se mistura. Lá, a barra de chocolate artesanal ganha destaque, com opções que vão do amargo intenso ao ao leite com castanhas de caju. O brigadeiro de chocolate amargo costuma ser recomendado pelos frequentadores, que elogiam a textura aveludada e o toque de pimenta rosa. Uma xícara de chocolate quente, servida em caneca de cerâmica rústica, é o convite perfeito para um clima mais frio da serra. Para quem prefere música ao vivo enquanto come, o Studio 70 guaramiranga oferece um espaço descontraído com petiscos de boteco e drinks criativos. O local funciona até tarde, ideal para quem chega depois de explorar as trilhas da região. O prato de pastel de carne de sol com queijo coalho costuma ser pedido, acompanhado de uma caipirinha de maracujá que equilibra o sabor forte da carne. A energia do bar muda ao som de bandas locais, e a clientela costuma ser uma mistura de moradores, estudantes de música e viajantes que buscam uma noite animada. A experiência de café em Guaramiranga ganha outro nível na Trilha do Café – Sítio Águas Finas, situada na CE 365, zona rural, Pé de ladeira. O local abre das oito às dezessete, todos os dias, e oferece tours guiados pelas plantações de café arábica. Durante a visita, é possível provar cafés especiais torrados na hora, enquanto o guia explica a história do cultivo na região. O aroma forte e o sabor encorpado do espresso são acompanhados por um pequeno pão de queijo artesanal, que serve como um lanche leve entre as degustações. O espaço tem mesas ao ar livre, onde se pode observar a paisagem verde e ouvir o canto dos pássaros. Se quiser viver um dia completo de sabores, comece o café da manhã com um chocolate quente na ChocoBerry, siga para o Sertão Na Serra para um almoço robusto de carne de sol, passe a tarde no Studio 70 para um petisco e uma música ao vivo, e encerre a jornada com a degustação de cafés no Sítio Águas Finas ao pôr do sol. O trajeto é simples: a maioria dos pontos fica a poucos minutos de carro do centro, e o caminho pelo CE-356 oferece vistas que valem a parada. Assim, quem visita Guaramiranga sai satisfeito tanto com o paladar quanto com a sensação de estar conectado à cultura local.

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