Sabores de Campinorte: onde comer na capital do Vale — Maio 2026
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Sabores de Campinorte: onde comer na capital do Vale — Maio 2026

Descubra quatro cantos de Campinorte que alimentam o corpo e a memória, do churrasco de domingo ao sanduíche da madrugada.

Campinorte tem um ritmo próprio quando o assunto é comida. A cidade mistura a tradição do interior com a energia dos caminhoneiros que passam pela BR‑153, e isso aparece nos pratos que encontro nas esquinas. Aqui não tem restaurante de fachada, tem gente que sabe o que faz e coloca a mão na massa – literalmente. Cada refeição vira um ponto de encontro, seja na rua Rondônia, na avenida Bernardo Sayão ou à beira da rodovia. Começo o tour na Casa Rara Restaurante, na Rua Rondônia, 373. O lugar funciona de 11h às 14h, perfeito para o almoço de fim de semana. A feijoada de lá tem feijão preto bem temperado, carne seca que se desfaz na boca e um arroz soltinho que acompanha tudo. O preço fica entre R$ 1 e R$ 20, o que faz a refeição render bem para quem vem em família. O ambiente é simples, mas o cheiro de picanha grelhada no canto da cozinha já dá o tom de que a comida aqui tem alma de churrasco. Pouco depois, dou um pulo na Churrascaria Belém Brasília, que ocupa um ponto central de Campinorte. Aberta de segunda a domingo, das 6h às 22h, a casa oferece um self‑service de churrasco que vai do corte de alcatra ao coração de frango bem dourado. O preço também está na faixa de R$ 1–20, mas a variedade de carnes faz a conta fechar bem quando a gente divide a mesa. O banheiro costuma ficar cheio nas terças, então vale chegar cedo se quiser evitar fila. A gente sente o tempero defumado nos cortes e o barulho da faca no prato, sinal de que a refeição está a todo vapor. Quando a noite cai, a Sanduicheria INÊZ aparece como opção rápida ao lado da academia Corpos Fitness, na Av. Bernardo Sayão, Parque das Nações. Aberta de terça a domingo, das 17h à 01h, a sanduicheria serve lanches que combinam pão crocante, carne suculenta e queijo derretido. O sanduíche de pernil com molho de mostarda é o favorito dos clientes, e o preço continua dentro do mesmo intervalo de R$ 1–20, o que o torna um lanche barato para quem volta da academia ou chega depois da estrada. O local costuma ficar cheio nas quintas, mas o atendimento é rápido e o ambiente tem música de fundo que deixa o clima descontraído. Para fechar o dia, a Churrascaria e Lanchonete Fogão a Lenha, na BR‑153, oferece um almoço que atrai os caminhoneiros que cruzam o Vale. O horário de funcionamento vai das 6h às 17h, todos os dias, e o cardápio inclui porções generosas de carne de sol, arroz carreteiro e mandioca frita. O preço permanece entre R$ 1 e R$ 20, mas a quantidade de comida faz a refeição ser considerada excelente custo‑benefício. A fila costuma ser curta pela manhã, enquanto no fim de tarde o movimento aumenta, então quem quiser comer antes do pôr‑sol tem mais tranquilidade. Se eu tivesse que montar um roteiro de um dia, começaria cedo no Fogão a Lenha para um café reforçado antes de pegar a estrada. Depois, ao meio‑dia, seguiria para a Casa Rara e me deliciaria com a feijoada. No fim da tarde, um sanduíche na INÊZ me deixaria satisfeito sem pesar. Por fim, terminaria a noite na Churrascaria Belém, onde o churrasco de domingo se estende até a madrugada, garantindo que o estômago fique tão cheio quanto a memória das conversas ao redor da mesa.

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